Busca-me. Encontra-me. Longe. Ao longe. Busca-me no último suspiro de uma nota musical. Encontra-me no cheiro de uma flor orvalhada. Grita-me em meio ao delírio de uma tempestade. Procura-me no seu melhor devaneio. “Busca-me onde a ilusão teve filhos”. Encontra-me no limite entre o concreto e o abstrato. Sem condições. Sem restrições. Encontra-me na vulgaridade de um ‘a qualquer hora, em qualquer lugar’. Desejo que me busques. Mas, bem mais, preciso que me encontres.
eu sabia que você não ia abandonar ele!
=pp
quando é que tu vai criar teu fã club “Adoro os textos da Âmara”?? fica a dica!!